O mundo foi invadido por gadgets e seus aplicativos. Isso é uma realidade e não tem volta.
Cada vez mais as empresas se preocupam em desenvolver plataformas complexas de navegabilidade simples, parece paradoxal mas é apenas um método binário de unir informação, interatividade e dinheiro.
Apesar do vasto conteúdo gratuito que é hospedado na grande Rede, muitas empresas estão crescendo as custas de publicidade. Muitos acham um desenvolvimemto de marketing natural, outros veêm tudo isso pura especulação. A questão é, até onde vai o domínio das marcas e a influência delas em nossa economia global e individual?
A Apple, campeã no quesito inovação digital, lançou recentemente o iPad. Enquanto a hipótese de fabricação era apenas um rumor, já haviam grandes considerações acerca de suas limitações, a ausência de câmera e entrada usb encabeçavam a lista. Mesmo assim o produto foi desenvolvido e lançado. Vale mencionar que em seu pré-lançamento já haviam mais de 40 mil reservas pelo site da empresa nos USA.
Na luta por um espaço na prateleira dos consumidore, a empresa alemã Neofonie GmgH apresentou no início dessa semana, em Berlim, sua tablet: WePad.
Sem nenhum pudor o equipamento faz uma clara alusão ao nome da gigante concorrente, porém as curiosidades não param por ai.
A tablet germânica possui processador Intel Atom N450 de 1.66GHz e roda o sistema operacional
Android, do Google e adivinhem: possui câmera, entradas USB, além do suporte para Flash e função multitarefa.
Se parecia ser tão óbio a utilidade de uma simples entrada usb, porque a Apple não a incluiu em seu produto? Será que sua marca é tão forte a ponto de fazer com que um concorrente mais completo e conveniente não seja motivo de preocupação?
Essas respostas só apareceram com o tempo. Enquanto isso aposto uma mariola que em 1 ano teremos o iPad 3GS e em 2 o iPad 4G…
A festa das tablets começou. Segurem suas ansiedades e seus bolsos!